quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Jeferson do Rio de Janeiro que também esteve presente no( LATA)Laboratório de Troca de Afetos nos surpreendeu com a sua gaita fazendo performances que só ele sabe.
O LATA( Laboratório de Troca de Afetos)organizado pela professora Fanka tem como propósito trazer convidados para que possam ser trocadas experiências e sermos afetados com o que os convidados têm de bom a nos oferecer.Juntamente com o apoio do SESC os convidados, dentre os quais Chacal ,a escritora Ana Miranda marcaram presença.Foi um momento único e que ficará registrado para sempre em nossa memória.

Evento SESC


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Destruição


Os amantes se amam cruelmente

e com se amarem tanto não se vêem.
Um se beija no outro, refletido.
Dois amantes que são? Dois inimigos.

Amantes são meninos estragados
pelo mimo de amar: e não percebem
quanto se pulverizam no enlaçar-se,
e como o que era mundo volve a nada.

Nada. Ninguém. Amor, puro fantasma
que os passeia de leve, assim a cobra
se imprime na lembrança de seu trilho.

E eles quedam mordidos para sempre.
deixaram de existir, mas o existido

continua a doer eternamente.


Carlos Drumond de Andrade

Tenho Tanto Sentimento


Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.


Fernando Pessoa

Êxtase

Jenário de Fátima

Sinto sua mão se desvencilhar da minha
E percorrer minha nuca, meus cabelos,
E despudoradamente se engalfinha
Por entre as ondas crespas de meus pêlos.

Depois, minha mente clara adivinha
Os seus intentos e não quero contê-los.
Quando meu corpo em seu corpo se aninha,
Os meus sentidos, pareço perdê-los.

E somos somente volúpia, desejos,
Gemidos, sussurros, abraços e beijos,
Dois desmiolados, enquanto o amor se faz.

E os nossos líquidos, juntos, misturados,
Banham nossos corpos nus, entrelaçados...

Até que um novo dia amanheça em paz...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU


Além da Terra, além do Céu,
no trampolim do sem-fim das estrelas,
no rastro dos astros,
na magnólia das nebulosas.
Além, muito além do sistema solar,
até onde alcançam o pensamento e o coração,
vamos!
vamos conjugar
o verbo fundamental essencial,
o verbo transcendente, acima das gramáticas
e do medo e da moeda e da política,
o verbo sempreamar,
o verbo pluriamar,
razão de ser e de viver.

Carlos Drumond de Andrade

O POETA E A LUA


Em meio a um cristal de ecos
O poeta vai pela rua
Seus olhos verdes de éter
Abrem cavernas na lua.
A lua volta de flanco
Eriçada de luxúria
O poeta, aloucado e branco
Palpa as nádegas da lua.
Entre as esfera nitentes
Tremeluzem pelos fulvos
O poeta, de olhar dormente
Entreabre o pente da lua.
Em frouxos de luz e água
Palpita a ferida crua
O poeta todo se lava
De palidez e doçura.
Ardente e desesperada
A lua vira em decúbito
A vinda lenta do espasmo
Aguça as pontas da lua.
O poeta afaga-lhe os braços
E o ventre que se menstrua
A lua se curva em arco
Num delírio de luxúria.
O gozo aumenta de súbito
Em frêmitos que perduram
A lua vira o outro quarto
E fica de frente, nua.
O orgasmo desce do espaço
Desfeito em estrelas e nuvens
Nos ventos do mar perpassa
Um salso cheiro de lua
E a lua, no êxtase, cresce
Se dilata e alteia e estua
O poeta se deixa em prece
Ante a beleza da lua.
Depois a lua adormece
E míngua e se apazigua...
O poeta desaparece
Envolto em cantos e plumas
Enquanto a noite enlouquece
No seu claustro de ciúmes
.

Vinícius de Morais

Poesia: o que é?
O que é Poesia?
É a Arte de Fazer...
Construir verso reverso
À História Subverter...
Transmutar a Quintessência
Navegar e Transcender...


Gustavo Dourado
Realizou-se no dia 03 deste na Universidade Federal do Ceará um grande evento pois o poeta e pesquisador Renato Casimiro juntamente com Daniel Walker , colaborador e também pesquisador resolveu doar o seu acervo para a UFC(cariri) que se seguiu com uma solenidade. Esse material estará exposto no centro de documentação que será inaugurado em 2011.Os alunos do curso de Biblioteconomia da UFC(cariri) serão os responsáveis para a preservação e conservação do acervo com o apoio da universidade.A professora doutora Fanka Santos idealizadora desse projeto homenageou o Renato Casimiro pela sua iniciativa.Renato confessou que estava muito emocionado e que esse trabalho manterá a cultura regional viva.

Patativa do Assaré


Poema de Patativa do AssaréTriste partida

Meu Deus, meu Deus. . .

Setembro passou
Outubro e Novembro
Já tamo em Dezembro
Meu Deus, que é de nós,
Meu Deus, meu Deus
Assim fala o pobre
Do seco Nordeste
Com medo da peste
Da fome feroz
Ai, ai, ai, ai

A treze do mês
Ele fez experiência
Perdeu sua crença
Nas pedras de sal,
Meu Deus, meu Deus
Mas noutra esperança
Com gosto se agarra
Pensando na barra
Do alegre Natal
Ai, ai, ai, ai

Rompeu-se o Natal
Porém barra não veio
O sol bem vermeio
Nasceu muito além
Meu Deus, meu Deus
Na copa da mata
Buzina a cigarra
Ninguém vê a barra
Pois a barra não tem
Ai, ai, ai, ai

Sem chuva na terra
Descamba Janeiro,
Depois fevereiro
E o mesmo verão
Meu Deus, meu Deus
Entonce o nortista
Pensando consigo
Diz: "isso é castigo
não chove mais não"
Ai, ai, ai, ai

Apela pra Março
Que é o mês preferido
Do santo querido
Senhor São José
Meu Deus, meu Deus
Mas nada de chuva
Tá tudo sem jeito
Lhe foge do peito
O resto da fé
Ai, ai, ai, ai

Agora pensando
Ele segue outra tria
Chamando a famia
Começa a dizer
Meu Deus, meu Deus
Eu vendo meu burro
Meu jegue e o cavalo
Nós vamos a São Paulo
Viver ou morrer
Ai, ai, ai, ai

Nós vamos a São Paulo
Que a coisa tá feia
Por terras alheia
Nós vamos vagar
Meu Deus, meu Deus
Se o nosso destino
Não for tão mesquinho
Cá e pro mesmo cantinho
Nós torna a voltar
Ai, ai, ai, ai

E vende seu burro
Jumento e o cavalo
Inté mesmo o galo
Venderam também
Meu Deus, meu Deus
Pois logo aparece
Feliz fazendeiro
Por pouco dinheiro
Lhe compra o que tem
Ai, ai, ai, ai

Em um caminhão
Ele joga a famia
Chegou o triste dia
Já vai viajar
Meu Deus, meu Deus
A seca terrível
Que tudo devora
Lhe bota pra fora
Da terra natá
Ai, ai, ai, ai

O carro já corre
No topo da serra
Oiando pra terra
Seu berço, seu lar
Meu Deus, meu Deus
Aquele nortista
Partido de pena
De longe acena
Adeus meu lugar
Ai, ai, ai, ai

No dia seguinte
Já tudo enfadado
E o carro embalado
Veloz a correr
Meu Deus, meu Deus
Tão triste, coitado
Falando saudoso
Seu filho choroso
Exclama a dizer
Ai, ai, ai, ai

De pena e saudade
Papai sei que morro
Meu pobre cachorro
Quem dá de comer?
Meu Deus, meu Deus
Já outro pergunta
Mãezinha, e meu gato?
Com fome, sem trato
Mimi vai morrer
Ai, ai, ai, ai

E a linda pequena
Tremendo de medo
"Mamãe, meus brinquedo
Meu pé de fulô?"
Meu Deus, meu Deus
Meu pé de roseira
Coitado, ele seca
E minha boneca
Também lá ficou
Ai, ai, ai, ai

E assim vão deixando
Com choro e gemido
Do berço querido
Céu lindo azul
Meu Deus, meu Deus
O pai, pesaroso
Nos filho pensando
E o carro rodando
Na estrada do Sul
Ai, ai, ai, ai

Chegaram em São Paulo
Sem cobre quebrado
E o pobre acanhado
Procura um patrão
Meu Deus, meu Deus
Só vê cara estranha
De estranha gente
Tudo é diferente
Do caro torrão
Ai, ai, ai, ai

Trabaia dois ano,
Três ano e mais ano
E sempre nos prano
De um dia vortar
Meu Deus, meu Deus
Mas nunca ele pode
Só vive devendo
E assim vai sofrendo
É sofrer sem parar
Ai, ai, ai, ai

Se arguma notícia
Das banda do norte
Tem ele por sorte
O gosto de ouvir
Meu Deus, meu Deus
Lhe bate no peito
Saudade lhe molho
E as água nos óio
Começa a cair
Ai, ai, ai, ai

Do mundo afastado
Ali vive preso
Sofrendo desprezo
Devendo ao patrão
Meu Deus, meu Deus
O tempo rolando
Vai dia e vem dia
E aquela famia
Não vorta mais não
Ai, ai, ai, ai

Distante da terra
Tão seca mas boa
Exposto à garoa
À lama e o paú
Meu Deus, meu Deus
Faz pena o nortista
Tão forte, tão bravo
Viver como escravo
No Norte e no Sul
Ai, ai, ai, ai

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

(à medida do homem)

Em Memória de Josué de Castro, Betinho, Jorge Amado, Raul Seixas e
João Cabral de Melo Neto...
Aos Mártires do Brasil e do Mundo...
Aos que lutam por um mundo melhor...


Geografia da fome
É um livro universal...
Disseca a realidade
Da terra do carnaval...
Da sub-desnutrição
Via multinacional...

Josué lembra os Sertões
O Quinze, a Bagaceira
Vidas Secas-Lampião,
Patativa, Zé limeira...
Repente-Cordel-Cangaço
Xaxado... Mulher–Rendeira

Josué mártir–guerreiro,
A fome nos violenta,
Tortura a população
Desnutre desorienta.
Fome de Educação...
É oito ou é oitenta...

Mestre da geografia
Médico e pensador
Diplomata e filósofo
Cientista-escritor
Homem público-honesto
Inteligente-criador...

Foste profeta da fome,
Perseguido-exilado
Embaixador em Genebra,
Na ONU foi destacado...
Por sua capacidade,
Ao Nobel foi indicado...

Pobres homens-caranguejos,
Comendo lixo e lama...
Seres sem-terra, sem-teto,
Vítimas da grande trama
Tornam-se anões-gabirus
Sem escola e sem cama...

Humanidade faminta,
De amor, prazer e pão
Falta escola, falta paz...
Só não falta exploração
Falta o feijão com arroz,
Na novela da opressão...

Fome global no mundo
No Brasil: calamidade...
Desemprego-desgoverno
Subnutrem a verdade.
A fome devora a vida,
No campo e na cidade...

Fome histórico-geográfica,
Neste Brasil continente.
Devora o trabalhador,
Com salário deprimente.
Carcome a vitalidade
E a luz de nossa gente...

A corrupção impera
No coração do Brasil
Alibabás e lalaus
multiplicam-se por mil
Entregam o patrimônio
Ao estrangeiro hostil

Guaribas e Cearás
Vitimados pela fome
O terror massacra o povo
Analfabeto sem nome...
Gringos comem caviar
Lá em Londres e Maiame...

A fome assola a terra...
O Brasil de sul a norte
Saara... Afeganistão...
La fome é irmã da morte
Xangô Cristo Alá Tupã
Como fica nossa sorte?

O que será do Brasil?!
Tanta renda concentrada!
A fome matando a plebe...
Amazônia devastada...
O que será do planalto?
Terá luz na alvorada?

Até quando o descaso?
A grande massa espoliada
Trabalhadores com fome,
Sem salário, na estrada...
Sem-terra, sem esperança,
se alimentando do nada?!

A fome é um dilema
Neste país continente
Falta lastro e competência,
Pra elite dirigente,
Que mata o povo de fome:
Raiva dengue dor de dente...

Severinos retirantes,
Favelados na miséria,
Governantes! Olho vivo...
A situação é séria...
O povo já virou gado.
Nessa vida deletéria.

O povo vive inchado
por falta de nutriente...
O povo está calado,
Porém, não está contente,
Quer mudar o paradigma,
Da gestão incompetente.

Valei-nos Santa Quitéria,
São Cristóvão, São Joaquim,
São Lutero, São Calvino,
Na inquisição do fim...
Varrei a fome do mundo...
São Miguel, São Serafim.

Valei-nos Nossa Senhora,
Nosso Senhor do Bonfim
Minha mãe Aparecida...
O que é que será de mim?!
Com o salário congelado,
será que será o fim?!!

Valei-me meu Padim Ciço
São Pedro e São João
A fome devora o povo
Com tanta corrupção...
Impera dor no palácio:
Acuda... Frei Damião...

Lá na Vila Estrutural,
Sombria desnutrição,
Nos recantos-samambaias,
Nas favelas da ilusão...
Valei-me Santa Maria
E meu São Sebastião

Está na hora de mudar
Repartir melhor a renda,
Com aluno bem nutrido
Qualidade na merenda
Espero chegar ao dia
Que a fome seja lenda...

O latifúndio esfomeia
Traz o êxodo rural
Faveliza o cidadão
Dilacera o social
Reforma agrária urgente...
Grita a plebe marginal

Na luta, na resistência,
Zumbis e Conselheiros
Quilombos e contestados,
Nos Canudos brasileiros
Escreveram a História
Patriotas verdadeiros...

Exportam o alimento
Pra Europa-pro Japão,
O povo fica faminto
Comendo luz-ilusão
Maqueiam fome-novela
Mascaram na televisão...

Revolucionar o estado
E a nação transformar
Conquistar soberania
E a fome exterminar...
Fazer o povo feliz
“Cante lá, que eu canto cá” ...

Ao jovem Mestre Rodrigo
Nosso vate comandante
Aos colegas de Escola...
lutadores, sempre avante
Gente que combate a fome,
Faz Josué triunfante...

Vida na linha de frente,
Luminosa, radiante...
Amor, uma obra-prima,
Universal transmutante
A Arte nos alimenta,
Com a leitura de Dante...

A todos, nossa amizade...
E nossa admiração...
É preciso consciência
Em uma Nova Gestão...
Desejo paz e sucesso
Mundo em Revôolução...

Gustavo Dourado

Terra em aquecimento:
Mudança de temperatura
Seca, fome, tempestades
Terremoto na estrutura
Furacões e maremotos:
Morte, medo e amargura...

Poluem de todo jeito:
Sujam a atmosfera
Desrespeitam a natureza
O poder é besta-fera
Global neoliberalismo:

Capitali$mo: megera...

Metano, gases, carbono:
Petróleo e querosene
Óleo diesel, gasolina:
Salve o bioquerosene
Biogás e biodiesel, use:
Pare o verbo envenene...

Chuva ácida...efeito estufa:
Gera-se a calamidade
T$unamis...hecatombe$
Tufões, fome, tempestade
Enxofre, ácido sulfúrico:
CO2...Insanidade...

Queima de derivados:
Petróleo em combustão
Preservem a biosfera

Chega de poluição
É hora da biomassa:
Tempos de preservação...


Energia cinética dos rios:
Eólica e hidroelétrica
Energias renováveis
Parem com a termelétrica
Usem agroenergia:
Salve a bioenergética...


A Terra está com câncer:
Doente do coração...

A natureza está ferida
Deu ferrugem no pulmão
Furacões e maremotos:
Dores da poluição...

Radiações...poluentes:
Agricultura industrial
Desertificação e degelo
Devastação cultural
Evaporação dos oceanos:
Desrespeito ao natural...

Diminuição da cobertura do gelo:
Desaparecimento da calota polar
Retração do gelo e da neve

Cresce a radiação solar
Mudança dos padrões climáticos:
Aumento do nível do mar...


Queimadas...desmatamentos:
Poluentes na atmosfera
Desastres e hecatombes
Terror sob a nossa esfera
Queimam a alma da Terra:
Assassinam a biosfera...


Mil desastres naturais:
Os pólos a descongelar
Aquecimento das águas
Natureza a reclamar
Prenúncio do Apocalipse:

Ninguém pára pra escutar...

Emissão de gases poluentes:
Efeito estufa mortal
Seca, fome, terremotos
O homem provoca o mal
Só progresso e consumismo
Não preserva o natural...


Fim da Floresta Amazônica:
No aquecimento global
Subida dos oceanos
Em tsunami global
O homem gera a morte:
Com a poluição letal...


Nossa Terra pega fogo
Em calor descomunal
Desmatamento insano
Muito incêndio florestal
Efeito estufa, chuva ácida:
O aquecimento é fatal...

Gases de todo o tipo:

Óxido nitroso no ar
Muito dióxido de carbono
Para nos incomodar

Rareia o oxigênio:
Nossa vida a esquentar...


Protocolo de Kyoto:
Bu$h nâo quis respeitar
Jogam gás na atmosfera

Sem ligar para o azar
Poluem o mundo e o fundo:
Oceano, terra e ar...

Precisamos nos re.unir:
Desaquecer átomos.fera...
Evitar o con$umismo:
Não adorar a Be$ta-feera...
Abolir o ego.i$mo:
Fluir amor zenova era...

Por Gustavo Dourado

O que você acha da biblioteca itinerante?Se você não vai à biblioteca, a biblioteca vai até você como sinônimo de descobertas compreendendo a arte e cultura promovendo assim. a cidadania aproximando comunidade e escola e despertando através da leitura os sonhos escondidos de cada um.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Oração Bibliotecária

Senhor,faça-me disseminador das culturas
Não deixando que as idéias percam-se no tempo
Nem o saber padeça solitário nas molduras
Enquanto a ignorância semeia a terra pelo vento
Senhor guie-me por entre estantes de conhecimento
Com a certeza de ter a cada instante
Respostas a quem procura ensinamentos

Senhor,permita-me deixar olhos que procuram
Alcançar sempre as páginas imortais da humanidade.

( Modesto,08.03.78)

As cinco leis de Hanganathan

  1. Livros são para o uso
  2. A cada leitor seu livro
  3. A cada livro seu leitor
  4. Economize o tempo do leitor
  5. Uma biblioteca é um organismo em crescimento

Vamos pôr em prática.Essa é a nossa base,o nosso alicerce.

É isso aí......

Olá pessoal............
Já havia feito um comentário sobre o Leonardo(deficiente visual) que vocês conheceram na aula da professora Fanka(O TRODA DE AFETOS)
Então...........
Registro aqui a minha homenagem,as minhas sinceras palavras ,pois é uma pessoa maravilhosa e admirável.
Parabenizo também o nosso colega Cicero Carlos ,que vem ajudando a desenvolver esse trabalho belissimo,incentivando essas pessoas a entenderem o quanto a vida deve ser vivida,não importa suas deficiências,sejam quais forem.
Todos nós que nos dizemos "pessoas normais"às vezes nos limitamos.E Leonardo veio trazer pra gente que não há limites quando se quer algo.
QUERER É PODER.

Valeu Léo,Valeu Carlos........
HELÔooo.GENTEEEEEEEEE.
Os concursos estão aí,as vagas para bibliotecários também.
O que falta pra nós é nos especializarmos,até porque o mercado exige que sejamos profissionais capacitados e atualizados.
Portanto,como disse em meu artigo:O MERCADO DE TRABALHO PARA O BIBLIOTECÁRIO:CIENTISTA DA INFORMAÇÃO,o mercado está crescendo.
E ele exige muito de nós.
Hoje o bibliotecário tem que conhecer suas habilidades e competências a serem seguidas
E assim obtermos SUCESSO.

Boa sorte a mim e a todos.

Vinicius de Morais

De tudo ao meu amor serei atento
Antes e com tal zelo e sempre e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor ei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim,quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte,angústia de quem vive
Quem sabe a solidão,fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor que (tive)
Que não seja imortal,posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Leonardo,deficiente visual fez uma visita a UFC e nos mostrou o quanto somos pequenos diante das dificuldades.Ele por ter sua deficiência não se limita a nada e faz tudo que uma "pessoa normal" faz.
Além de tantas qualidades e habilidades ainda toca violão nos deixando admirados diante de tanta superação.

Parabéns Leonardo.Você é um exemplo a ser seguido.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Biblioteconomia é um curso muito interessante e o mercado é abrangente.
Podemos trabalhar em vários campos,como arquivo,museu,bibliotecas,entre outros.
E os salários são bem convidativos........